Segundo dia de desocupação em Mestre D’Armas é marcado por protestos

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Tropa de choque teve de intervir para manter a ordem e a segurança da operação

Como forma de protesto, populares atearam fogos em edificações de madeira/Foto: Divulgação/GDF

Mais de 260 edificações foram retiradas e 50 mil metros foram desobstruídos, nesta quarta-feira (27), na operação de desocupação da Estância Mestre D’Armas, em Planaltina. Como forma de protesto, populares atearam fogos em edificações de madeira. Foi necessário reforço da tropa de choque para manter a ordem e a segurança local.

Duas pessoas foram detidas por desobediência. A operação do Comitê de Governança do Território do DF, que começou ontem (26), tem o intuito de zelar por importante área de preservação ambiental permanente em Planaltina.

A expectativa é desconstruir edificações e demarcações de lotes – cerca de 1,3 mil – em terras pertencentes ao patrimônio da Terracap, até a próxima sexta-feira (29). O trabalho conta com a participação de 200 pessoas que atuam em diferentes órgãos de Governo. Em dois dias, quase 300 edificações foram retiradas e 80 mil metros desobstruídos.

Saiba mais

O processo de invasão começou em novembro de 2018. Entre janeiro e março deste ano, foi registrado, naquele local, um crescimento de aproximadamente 93% da área ocupada – 27,5 hectares –, configurando uma expansão de invasões. Uma parte expressiva da invasão é ocupada por pequenos e precários barracos, que, sem moradores, foram construídos somente para “marcar” lugar.

A localidade não é passível de regularização, pois parte da área está destinada ao Parque Ecológico do DER, não admitindo uso urbano residencial. Já outra parte está reservada para realocação de famílias excedentes das áreas irregulares mais antigas. O restante se encontra dentro da Área de Proteção Ambiental (APA) de São Bartolomeu, na Zona de Conservação da Vida Silvestre, onde não é permitido o uso urbano.

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