Vejam por que o Governado Rodrigo Rollemberg e o mais cotado para 2018

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Análise: Rollemberg tira Brasília da falência e acelera avanços

POR Andre Brayner DF | 20/02/2018

Dívida de R$ 6 bilhões, hospitais em colapso, criminalidade em alta e escândalos de corrupção. Este era o cenário quando Rodrigo Rollemberg (PSB) assumiu o governo do Distrito Federal no dia 1º de janeiro de 2015. Mas, apesar dos problemas que enfrentava e da depressão econômica que paralisou o País nos anos seguintes, Rollemberg deu a volta por cima, tirou Brasília da falência e reestabeleceu a ordem no DF.

 

Os efeitos políticos do trabalho de recuperação que o governador realizou se traduzem agora em ganhos de popularidade que já colocam Rollemberg à frente nas pesquisas para a eleição de outubro. Também conta pontos em favor dele o fato de ser o primeiro governador do DF em décadas que não se envolveu em escândalos de corrupção: Joaquim Roriz foi denunciado; José Roberto Arruda e Agnelo Queiroz foram presos. Sem falar de Tadeu Filippelli, Gim Argello, Luiz Estevão e tantos outros.

 

Apesar do rombo de R$ 6 bilhões (dividido em R$ 3,5 bilhões que comprometeram o orçamento de 2015 e R$ 2,5 bilhões a vencer no ano seguinte), Rollemberg impediu que o estado falisse de vez com medidas austeras e enérgicas. Enfrentou o corporativismo de sindicatos de servidores como poucos governadores teriam coragem de enfrentar.

 

Já na largada, extinguiu 4 mil cargos comissionados, reduziu o número de secretarias de 38 para 20, licitou serviços que há anos não eram licitados e fez com que a cidade permanecesse de pé. Ao contrário de outros estados, não atrasou o pagamento da folha salarial um mês sequer e agora paga antecipado, no segundo dia do mês. Manteve em dia também programas sociais como o DF sem Miséria e criou outros, como a bolsa de auxílio aos catadores que foram trabalhavam no Lixão da Estrutural.

 

“Eu não vou ser conhecido como o governador que quebrou Brasília, mas como aquele que colocou a casa em ordem, governou com responsabilidade e sem corrupção”, disse o governador em uma das suas últimas entrevistas, em que, com orgulho, mencionou conquistas que foram difíceis de alcançar, como a menor taxa de homicídio dos últimos 32 anos, o menor número de mortes no trânsito desde que esta estatística é medida e – o mais importante – a universalização da educação infantil.

 

São conquistas sem paralelo para uma unidade da federação que vinha sofrendo com barbáries administrativas, mensalinhos, ineficácia e roubalheira. Um estado que teve muitos governadores que prometeram acabar com o Lixão da Estrutural, mas que nunca enfrentaram o problema. Que prometeram criar o Bilhete Único no transporte coletivo, mas que não tiraram a ideia do papel; que ficaram mais de duas décadas no poder e não investiram um centavo sequer no aumento da captação de água; que diziam entender a importância de se resgatar a orla do Paranoá para o povo, mas não tiveram a ousadia que Rollemberg teve para enfrentar os ricaços que se apossaram daquele que é um dos mais belos cartões postais de Brasília.

 

Dificuldades à parte, Rollemberg foi o governador que resolveu a crise hídrica do Distrito Federal. No ano passado, inaugurou o sistema de captação de água do Bananal e do Paranoá, que juntos aumentaram a capacidade do sistema produtor de água do DF em 1,4 mil litros por segundo. E até o fim do ano fica pronto o sistema Corumbá, construído em parceria com o governo de Goiás e com capacidade para captar incríveis 5,6 mil litros por segundo. O problema da falta de água no DF estará resolvido pelos próximos 30 anos.

 

Na parte de trânsito, a obra de maior impacto é o Trevo de Triagem Norte, composto por pontes, viadutos e túneis. A intervenção vai distribuir o fluxo de veículos com destino ao Plano Piloto, ao Eixão Norte e Sul, à W3, aos Eixinhos Leste e Oeste e à L2. São quase 500 milhões de reais de investimentos em obras de mobilidade. Rollemberg também construiu mais de 100 km de rodovias, avançou na expansão do metrô e na conclusão de importantes obras, sem falar dos 17 terminais rodoviários novos ou reformados foram entregues à população.

 

No combate à violência, o governo adquiriu 145 novos carros para polícia, 11 mil coletes de proteção balística e cinco mil novos rádios. Criou a subsecretaria de Segurança Cidadã e o Batalhão de Radiopatrulhamento do Samambaia. O resultado já apareceu: enquanto a violência explode no resto do País, em Brasília ela cai.

 

O Distrito Federal foi a única unidade da Federação que não cortou recursos da cultura, da Ciência e Tecnologia durante a crise econômica. O Fundo de Apoio à Cultura (FAC) funciona a pleno vapor, o Festival de Cinema do ano passado foi um sucesso, o governo lançou o Parque de Audiovisual e pela primeira vez levou a Campus Party para Brasília.

 

Brasília estava desorganizada, desfalcada pela corrupção e lesada pela incompetência. E o que se coloca diante do eleitor neste ano é uma decisão simples, quase plebiscitária: votar pela continuidade da seriedade e dos avanços ou voltar atrás com a turma da Lavajato.

 

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