Polícia Federal investiga extensão do crime ao candidato Jair Bolsonaro

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A Polícia Federal investiga a extensão do crime ao candidato do PSL, Jair Bolsonaro. O que significa, na prática, uma apuração que vai além de um ato isolado de um criminoso supostamente abalado psicologicamente. Depois de a Polícia Militar (PM) de Minas Gerais levantar a hipótese de um crime premeditado, a Polícia Civil do estado também suspeita da participação de outras pessoas no crime, disse ontem o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann. A Polícia Federal, no entanto, trabalha, por ora, com a hipótese de que o autor seja um “lobo solitário”.

Tudo ainda está sendo devidamente investigado. E motivações não faltam para os agentes trabalharem com a hipótese de um ataque orquestrado em conjunto. Policiais militares procuram telefones celulares, documentos e quaisquer outras pistas que apontem para a premeditação do crime com participação de mais integrantes. A Civil segue na mesma linha de investigação.

Embora trabalhe com a ideia de um ataque arquitetado apenas pelo autor do crime, Adélio Bispo de Oliveira, preso em flagrante, a PF está empenhada em investigar o ataque. “O que se trabalha basicamente é um ato isolado daquilo a que chamamos de lobo solitário. Mas existe, sobretudo no âmbito da PC, a preocupação com outros suspeitos que também serão ouvidos pela PF, que se encontram lá. Temos, desde ontem, equipe de inteligência para fazer todo levantamento necessário”, disse.

A ordem, declarou Jungmann, é fazer a reconstrução das ações de Adélio e de outros suspeitos que antecederam o ataque. “Estamos levantando toda a rede de relacionamento. E, obviamente, vamos fazer isso a todos que forem colocados como suspeitos no caso. Vamos reconstruir todos os passos até onde podemos voltar atrás”, explicou.

A possibilidade de motivação política do ataque a Bolsonaro é uma hipótese que o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, Sérgio Etchegoyen, não descarta. “Adiantar qualquer coisa na manhã seguinte é concluir precipitadamente. Mas não descarto possibilidade nenhuma”, afirmou.

O ataque a Bolsonaro preocupa Temer e o GSI a ponto de o emedebista ter decretado o reforço da segurança dos presidenciáveis (leia mais na página 4). Ontem, não houve mudança na estrutura de segurança do emedebista, mas os cuidados serão redobrados. “A prudência é o melhor remédio em um momento desses”, admitiu Etchegoyen. “Nós precisamos ajudar o Brasil a seguir adiante em paz. Não é o ódio que vai nos fazer crescer”, acrescentou.

Indiciado

Estão na mira da PF três suspeitos. Adélio, o autor, foi indiciado ontem pela instituição com base na Lei de Segurança Nacional. Ao ser enquadrado nessa legislação, o processo contra ele passa a tramitar na Justiça Federal, não na estadual. Além disso, as penas são mais duras do que as estaduais. O inquérito contra Adélio se baseia no artigo 20 da legislação, que prevê o crime de atentado pessoal por inconformismo político.

O crime cometido por ele pode render prisão de três a 10 anos. No entanto, se o juiz que o julgar entender que o ferimento a Bolsonaro pode ser enquadrado como lesão corporal grave, esse prazo pode dobrar. Se enquadram no atentado pessoal por inconformismo político crimes a chefes dos poderes da União, à integridade territorial e à soberania nacional e ao regime representativo e democrático.

Dos outros dois suspeitos, um deles prestou depoimento na noite de sexta-feira e foi liberado, apesar de continuar monitorado. O outro foi ferido durante o atentado a Bolsonaro e está hospitalizado. “É a informação que temos por ora. Existem outros que estariam envolvidos, mas, até agora, não se tem uma comprovação tácita e não se tem provas (de participação), embora permaneçam como suspeitos e permaneçam sendo averiguados”, afirmou Jungmann.

 

 

Fonte: Correio Braziliense

 

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