Filho de Renato Russo perde na Justiça pedido de danos morais contra tia que criticou leilão de objetos do cantor

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A Justiça de Brasília negou um pedido de indenização de R$ 50 mil por danos morais ao filho de Renato Russo, Giuliano Manfredini. O herdeiro do vocalista da banda Legião Urbana processava a tia, Carmem Teresa Manfredini, por ter escrito uma carta aberta criticando um leilão com objetos do músico. Segundo o filho de Renato Russo, a tia inventou “inverdades ofensivas sobre ele”.

Giuliano Manfredini, que já recorreu da decisão, também queria que a tia se retratasse publicamente, alegando que a carta expôs publicamente “dilemas pessoais” da família. Este pedido também foi negado pela Justiça. O G1 tenta contato com os dois parentes.

Ainda no processo, o filho do artista reiterou ser o único herdeiro do pai, rebatendo as alegações de que esteja cometendo apropriação indébita dos bens. A tia defendia que o patrimônio também é, “por direito”, dela e da avó dele.

Além disso, Giuliano argumentou que a tia e os avós, responsáveis por cuidar da herança enquanto ele era menor de idade, não deram o “devido cuidado aos bens do cantor” e à empresa criada para isso – a Legião Urbana Produções Artísticas.

Finalmente, ao justificar a venda dos pertences, o filho do artista afirmou que a maior parte dos bens foi encaminhada ao Museu de Imagem e Som, no Rio de Janeiro. No entanto, os objetos não selecionados para exposição foram doados em caridade para a instituição Retiro dos Artistas, que teria feito o leilão dos bens.

Já a tia argumentou que resguardou junto com a irmã, “na medida das condições”, o legado de Renato Russo. Ela contou ter feito a carta aberta, que considerou inofensiva, porque não conseguiu contato com sobrinho e soube do leilão por terceiros. O texto foi publicado nas redes sociais e replicado na internet.

Sentença

Para o juiz Redivaldo Barbosa, da 7ª Vara Cível de Brasília, a manifestação da tia em carta aberta é legítima, “em especial por se tratar de familiares de pessoa pública tão relevante no cenário artístico nacional e pela ausência de comunicação direta” entre os parentes.

Quanto ao conteúdo do texto, o magistrado entendeu que ele não é de tom difamatório. Por isso, não se pode dizer que atingiu a honra ou reputação do filho de Renato Russo. A decisão é de 31 de outubro, mas só foi divulgada pelo Tribunal de Justiça do DF nesta segunda-feira (19).

“A despeito de expor a aparentemente fria relação familiar havida entre as partes, a carta aberta apenas faz juízo de valor sobre a decisão de doar bens do músico sem a comunicação aos demais familiares, trata da falta de comunicação entre os membros da família e da repercussão que tais fatos impuseram à senhora Carminha Manfredini [avó de Giuliano] e à ré.”

Fonte; G1

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