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Seduc e segmento LGBT discutem projeto de combate à discriminação nas escolas

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Equipe da Seduc com representantes do Fórum Estadual LGBT (Foto: João Aroucha)

Com o intuito de combater a discriminação escolar, visando a inclusão integral e efetiva dos estudantes LGBT, a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) fez uma reunião, nesta quinta-feira (19), com representantes do Fórum Estadual LGBT para discutir o Projeto Escola sem LGBTfobia. A Seduc apoia a iniciativa e irá analisar as propostas apresentadas, para viabilizar a sua implementação nas escolas.

“Essa reunião é para integrar mais o trabalho do Conselho Estadual LGBT, com as ações da Secretaria, e para debater o Projeto Escola sem LGBTfobia, que os representantes do Fórum estão trazendo. Infelizmente, a discriminação a esse segmento é algo presente na nossa sociedade, e na escola não é diferente. Então, estamos aqui para conversar sobre o assunto, avançar nessas pautas e integrar as ações da Seduc junto com o Conselho, para que possamos resolver os problemas relacionados à discriminação no ambiente escolar”, destacou o superintendente de Participação Social da Seduc, Ismael Cardoso.

A coordenadora colegiada do Fórum de ONGs LGBT do Maranhão, Rosana Lima, disse que o projeto poderá ajudar no combate à discriminação de estudantes. “O objetivo é implantar o projeto nas escolas e conscientizar gestores e professores, para os direitos do aluno LGBT, como cidadão, adolescente e ser humano. Isso tem que ser respeitado e esse projeto surge não apenas direcionado aos alunos, mas prioritariamente para fazer capacitação e formação, conscientizando gestores e professores para combater o preconceito”, expressou.

Júnior Azevedo, coordenador colegiado do Fórum LGBT do Maranhão, ressaltou que o projeto poderá reduzir a evasão escolar de estudantes LGBT. “O Projeto Escola sem LGBTfobia vem com uma proposta de dar apoio às escolas para o combate à discriminação, o que pode reduzir a evasão escolar do segmento LGBT, porque segundo relatos de estudantes, a prática de bullying e outros atos de violência também acontecem dentro da escola, e isso têm dificultado o seu retorno para o ambiente escolar”, salientou.

A reunião contou também com a participação de Aretha Morais Ramos, assessora de Cultura; Bruna Rafaella Soares Aguiar, técnico-pedagógica; Elisabeth Gomes, supervisora; e Simone Gomes de Sousa, assessora técnica; além da equipe técnica da Superintendência de Participação Social da Seduc.

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Fonte: Agência de Notícias do Maranhão

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